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domingo, 25 de janeiro de 2015

Volta ao mundo em 81 dias - Santiago de Compostela


#1 – Santiago de Compostela

É uma cidade internacionalmente famosa como um dos destinos de peregrinação cristã mais importantes do mundo, cuja popularidade possivelmente só é superada por Roma e Jerusalém. Ligado a esta tradição, que remonta à fundação da cidade no século IX, destaca-se a catedral de Santiago de fachada barroca, que alberga o túmulo de Santiago Maior, um dos apóstolos de Jesus Cristo. A visita a esse túmulo marca o fim da peregrinação, cujos percursos, os chamados Caminhos de Santiago ou Via Láctea, se estendem por toda a Europa Ocidental ao longo de milhares de quilómetros. Desde 1985 que o seu centro histórico (cidade velha) está incluído na lista de Património Mundial da UNESCO. Em 1993 foi também incluído nessa lista o Caminho de Santiago, que já tinha sido classificado como o primeiro itinerário cultural europeu pelo Conselho da Europa em 1987.  Foi uma das capitais europeias da cultura em 2000.

Junto a imagem do Café Literários, mesmo na beira da imponente catedral.

Distância

·         Distância: 466,66 km

·         Rota: 542,13 km

sábado, 24 de janeiro de 2015

Volta ao mundo em 81 dias


Volta ao mundo em 81 dias

Recentemente cruzei-me com PHILEAS FOGG e com o seu ajudante, JEAN  PASSEPARTOUT . Foi um cruzamento imaginário. Não foi o primeiro; não será o último.

Para quem não se lembra ou não se deliciou com as obras de Júlio Verne, Phileas Fogg é um dos heróis  da volta ao mundo em 80 dias. Mas voltando a Júlio Verne. Ele era e é a Play Station de várias gerações de adolescentes que se deliciavam e viajavam com as suas obras.

Este meu encontro rápido com Phileas (ele insiste que o trate assim), levou-me a viajar por 80 distinos. Sim, 80. Porque saio de Lisboa, mas volto.


#8 Antália

Antália (em grego: Αττάλεια; transl.: Attaleia; em turco: Antalya), antiga Adália, é uma cidade do sul da Turquia situada região do Mediterrâneo (Akdeniz Bölgesi), capital da área metropolitana (büyükşehir belediyesi) e da província de Antália. De acordo com o censo de 2009, a população do conjunto dos distritos urbanos era de 955 573.A altitude média da cidade é 30 m. Foi fundada cerca de 150 a.C.

Construída sobre falésias à beira-mar, a cidade está rodeada de montanhas. Os investimentos feitos a partir dos anos 1970 transformaram a cidade num centro turístico de fama internacional

Segundo a lenda, no século II a.C. Átalo II, rei de Pérgamo ordenou ao seus homens que encontrassem o paraíso na terra. Depois de uma intensa busca, eles descobriram a região de Antália. O rei reconstruiu a cidade, dando-lhe o nome de Ataleia (em grego: Αττάλεια), que com o passar do tempo mudou para Adália em turco e finalmente Antália. Ataleia era igualmente o nome de um festival em Delfos e Attalis (Ἀτταλίς) era o nome de uma antiga tribo grega de Atenas.

Não se sabe ao certo quando o local onde se encontra a cidade foi habitado pela primeira vez. Átalo II, rei de Pérgamo teria fundado a cidade cerca de 150 a.C., e tornando-a uma base naval para a sua poderosa frota. No entanto, em 2008 foram descobertos vestígios do século III a.C. em escavações no distrito de Doğu Garajı, o que sugere que a cidade é mais antiga do que se supunha. Antália passou a fazer parte da República Romana quando o último rei de Pérgamo, Átalo III deixou em testamento o seu reino a Roma. A cidade prosperou durante o período romano.

A distância em  entre Larnaca e Antália em linha recta é 342 km



#7 Larnáca

Como o frio que se faz por aqui....falei com o Phileas Fogg  e mantenho-me um pouco mais pelos climas mais amenos

Lárnaca (em grego Λάρνακα, Lárnaca) é a principal cidade do distrito de Lárnaca, situada na costa sudeste da ilha de Chipre. É um importante centro turístico e porto comercial, sediando o maior aeroporto internacional de Chipre.

Lárnaca, conhecida na antiguidade como Cítio (em [latim]] Citium[carece de fontes?]), foi a cidade de origem do filósofo estóico Zenão de Cítio,[1] que se transferiu para Atenas após perder toda sua fortuna num naufrágio na costa da Ática. Em Atenas, Zenão estudou filosofia com Crates de Tebas e fundou a doutrina estóica. Outro natural de Cítio foi o médico Apolônio de Chipre.

A atual cidade de Lárnaca é um importante centro turístico e porto comercial de Chipre, sediando seu maior aeroporto internacional.

Címon, um importante general ateniense, morreu de doença (ou por causa de um ferimento) durante o cerco de Cítio. O túmulo de Címon ficava na Ática, mas, em Cítio, havia um túmulo que era venerado e honrado pelo povo local como um ser superior; o deus havia ordenado ao povo, em uma época de peste e fome, que o honrasse.


A distância em quilómetros entre Malta e Lárnaca em linha reta é 1747.73 km e por estrada é 4.050 km


#6 Malta / Ilha do Gozo

Malta é um pequeno país com área de apenas 316 km², mas de localização estratégica entre o Estreito de Gibraltar e o Canal de Suez. O país é formado por três ilhas: a ilhas de Malta (a maior), a ilha de Gozo e a menor ilha de Comino, localizada entre as duas. A capital Valletta, a maior cidade de Malta, localiza-se numa península rochosa na costa nordeste da ilha de Malta, que se estende entre dois portos naturais.

Escolho então a Ilha de/do Gozo….com um nome destes deve ser imperdível.

A distância em quilómetros entre Syracusa e Malta em linha reta é 150.65 km e 213 km é la distância da estrada



#5 SIRACUSA

Siracusa foi um nome que identifiquei quando olhei para o mapa de Itália . Vou de ilha em ilha. Da Córsega para a Sicília.

Siracusa (em siciliano Saraùsa) é uma comuna italiana da região da Sicília, província de Siracusa, com cerca de 121 000 habitantes. Estende-se por uma área de 204 km², tendo uma densidade populacional de 593 hab/km². Faz fronteira com Avola, Canicattini Bagni, Floridia, Melilli, Noto, Palazzolo Acreide, Priolo Gargallo, Solarino.

Siracusa foi fundada por Árquias de Corinto, a comando do oráculo de Delfos. Árquias, um heráclida, havia causado um tumulto que levou ao assassinato de Acteão (filho de Melisso), e, como os coríntios não puniram os assassinos, Melisso se matou em protesto. Para debelar a cólera do deus Posidão, Árquias foi para a Sicília e fundou Siracusa. A fundação da cidade foi em cerca de 734 a.C..

Foi cidade-Estado até ser conquistada pelos romanos em 212 a.C.. Arquimedes, o matemático e inventor grego, morreu no massacre que se seguiu à rendição da cidade.

Tiranos de Siracusa


Os monarcas de Siracusa são quase sempre chamados de tiranos e não de basileus (reis); uma exceção foi Agátocles de Siracusa, que tinha o título de rei e caio ribeiro

 

“Em 734 a.C. alguns gregos vindos de Corinto e guiados por Archia se estabeleceram na ilha de Ortigia fundando Siracusa, que deriva do nome da vizinha palude Syraka. Mas os gregos tiveram que expulsar outros habitantes presentes desde o XV sec. a.C., provavelmente Siculi.

Segunda colônia grega da
Sicília, a cidade passou por um período de desenvolvimento comercial tanto que fundou em pouco tempo outras três colônias: Akrai em 664, Casmene em 643 e Camarina em 598.
Durante o VI sec. ali aconteceram acesas lutas sociais entre os Gamoroi, descendentes dos primeiros colonos e proprietários de terra, e os Killichirioi, classe pobre. Os segundos conseguiram expulsar os nobres mas a interveção de Gelone, ditador de Gela (485 a.C.), restabeleceu a antiga ordem social e permitiu a Gelone de tornar-se ditador de Siracusa. Sob o seu governo a cidade cresceu e se desenvolveu além da ilha de Ortigia. Apenas passados 5 anos aconteceu o confronto entre Cartagineses e Gregos que venceram os primeiros na batalha de Imera (480 a.C.). Para comemorar a vitória construiu-se um templo, para Atena, em Ortigia, atualmente a Catedral.

Ierone, irmão de Gelone, sobe ao poder em 478 a.C. e derrota os etruscos em 474 a.C. nas águas de Cuma, paralisando a expansão etrusca para o sul.
Logo depois, governou por apenas 1 ano o seu irmão Trasibulo (465 a.C.), que foi expulso pela população por causa de sua política violenta. E, assim instaurou-se uma democracia.
Em 416 a.C. no âmbito dos acontecimentos ligados à Guerra do Peloponeso, Atenas declara guerra à Siracusa. O ponto de partida foi o confronto com Segesta, aliada de Atenas e, Selinunte, aliada de Siracusa que por sua vez aliou-se a Esparta e portanto inimiga de Atenas. O assédio durou 3 anos e quando Siracusa pareceu desistir, recebeu ajuda dos espartanos de Gilippo que venceu os atenienses e condenaram os sobreviventes ao trabalho forçado nas pedreiras, na escavação de pedras de Siracusa.


Em 405 a.C. subiu ao poder Dionísio I o qual, após ter estipulado paz com os cartagineses, fortificou a ilha de Ortigia e erigiu 22 Km de muralhas ao redor da cidade e também a fortaleza do Castelo Eurìalo. Em 397 a.C., após ter conquistado Catânia, 6 anos antes, Dioniso I retomou as diferenças, provocando os Cartagineses em 392 a.C.; conseguiu então inaugurar uma política expansionística na Sicília, patrocinando as artes: Platão foi frequentemente hóspide na cidade.”

Distância de Ajaccio e Syracuse


778,72 km Distância em linha reta

1.368 km Distância de condução

19 horas 35 min. Tempo de condução estimado



#4 - Ajaccio

Lembrei-me de ir à Córsega. Memórias do "Asterix na Córsega".

Ajaccio está localizada na costa oeste da ilha da Córsega, 210 milhas náuticas (390 km) a sudeste de Marselha. Ela ocupa uma posição abrigada no sopé das colinas arborizadas na costa norte do golfo homônimo. O porto fica a leste da cidade, e no sul é protegida por uma península.

A atual cidade de Ajaccio situa-se a cerca de duas milhas (3 km) ao sul do seu lugar original, de onde foi transferida pelos genoveses em 1492. Ocupada de 1553 a 1559 pelos franceses, ela caiu de novo ao genovês após o Tratado de Cateau-Cambrésis no exercício posterior. A cidade passou definitivamente para o lado francês em 1768.


Principais pontos turísticos:



·         A península exerce a cidadela e termina no espigão de Citadel. Ao sudoeste da península da presente, fica o Palácio de Bonaparte, de um quarto frequentado sobretudo pelo Inverno onde visitantes ficam, atraídos pelo clima ameno da cidade. Para além de uma ou duas vias largas convergentes sobre o Palácio de Bonaparte, as ruas são estreitas e médias e têm uma aparência deserta.


·         A casa em que Napoleão Bonaparte nasceu em 1769 é preservada, e as suas associações com a cidade em todos os lugares são enfatizados pelos nomes de ruas e estátuas.

·         A cidade também é Catedral Ajaccio.

 


#3 Cannes

Cannes sempre me despertou curiosidade. Andei lá perto. Nunca cheguei la. Começou por ser uma pequena aldeia gaulesa, como a do Asterix. Os festivais, o glamour, o mar…sempre me despertaram
a atenção.

Cannes (em occitano Canas) é uma cidade do sul da França, no departamento de Alpes-Maritimes, situada à beira do mar Mediterrâneo, na Costa Azul (Côte d'Azur). É um destino turístico movimentado, por sediar anualmente o Festival de Cinema de Cannes, o maior evento mundial da categoria.

Desde a Idade Média até o início do século XIX, Cannes era uma pequena aldeia de agricultores e pescadores. No início da década de 1830, a aristocracia francesa e estrangeira construíram residências de férias na região, transformando gradualmente a cidade em uma cidade turística.

O responsável do crescimento de Cannes é Lord Henry Peter Brougham (1778-1868). Naquela época um respeitado e talentoso político, ele descobriu Cannes 1834, a caminho da Itália. Após ter comprado terras ao oeste de Suquet, ele se serviu de seus vários contatos com os políticos franceses para ajudar a desenvolver a Riviera francesa.

A distância entre Pamplona e Cannes é de 707.68 km;  928 km por estrada.




#2 Pamplona


As festas de San Fermin são um dos ex-libris da cidade. O Fiesta, livro de Hemingway,  retrata muito bem a alegria que por lá se vive.

Pamplona (em basco e co-oficialmente Iruña ou Iruñea) é um município e cidade da Espanha, capital da província e Comunidade Foral (autónoma) de Navarra.

A cidade encontra-se no norte da Península Ibérica, a algumas dezenas de quilómetros da fronteira com França e é atravessada pelo rios Arga (afluente do Ebro), Elorz (afluente do Arga) e Sadar (afluente do Elorz). É o centro da comarca a que pertence, a Cuenca de Pamplona e da Área metropolitana de Pamplona. O município tem 25,24 km² e em 2012 tinha 197 604 habitantes (densidade: 7 829 hab./km²). A área metropolitana ocupa 439,86 km² e em 2010 tinha 345 074 habitantes (densidade: 784,51 hab./km²).

Pamplona foi fundada em 74 a.C. pelo general romano Pompeu sobre um povoado de vascão já existente chamado Iruña ou Bengoda. Após as invasões bárbaras no século VI, a cidade fez parte do Reino Visigótico de Toledo e, a partir do século VIII, do Al-Andalus muçulmano. Durante a primeira metade do século IX a nobreza local, aliada à família muladi Banu Qasi, conseguiu consolidar um reino cristão vassalo dos muçulmanos, o Reino de Pamplona, que depois se tornaria o Reino de Navarra e se tornou completamente independente em 905. O reino teve o seu auge no século XI, quando chegou a ser o mais poderoso reino ibérico cristão. Em 1512 a cidade foi ocupada por tropas castelhanas de Fernando, o Católico, tendo o reino navarro sido oficialmente anexado à coroa espanhola em 1521. A maior parte dos nacionalistas vascos considera Pamplona uma das capitais do País Basco (em basco: Euskal Herria).

 

Entre Santiago de Compostela a distância em linha reta é 562.98 km e por estrada é 710 km.




#1 – Santiago de Compostela

É uma cidade internacionalmente famosa como um dos destinos de peregrinação cristã mais importantes do mundo, cuja popularidade possivelmente só é superada por Roma e Jerusalém. Ligado a esta tradição, que remonta à fundação da cidade no século IX, destaca-se a catedral de Santiago de fachada barroca, que alberga o túmulo de Santiago Maior, um dos apóstolos de Jesus Cristo. A visita a esse túmulo marca o fim da peregrinação, cujos percursos, os chamados Caminhos de Santiago ou Via Láctea, se estendem por toda a Europa Ocidental ao longo de milhares de quilómetros. Desde 1985 que o seu centro histórico (cidade velha) está incluído na lista de Património Mundial da UNESCO. Em 1993 foi também incluído nessa lista o Caminho de Santiago, que já tinha sido classificado como o primeiro itinerário cultural europeu pelo Conselho da Europa em 1987.  Foi uma das capitais europeias da cultura em 2000.

Junto a imagem do Café Literários, mesmo na beira da imponente catedral.

Distância

·         Distância: 466,66 km

·         Rota: 542,13 km

#0  – Lisboa
Muito se pode escrever sobre esta minha cidade. A luz, o sobe e desce com que nos defrontamos, afinal são 7 colinas, o rio, a foz… No meio de tata escolha, deixo-vos o eléctric, mais precisamente o 28. Ele atravessa a cidade. Vai para a Graça, com a sua graça....

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Os "meus" milagres de Santiago


Os “meus” milagres de Santiago

Sou pouco católico, como muitos sabem. A minha mãe era muito católica, como muitos outros sabem.
Em 2001 mudei-me para Santiago de Compostela. Antes da mudança, que pensava eu vir a ser duradoura, apenas tinha ido lá arrendar um apartamento. Rapidamente habituei-me à cidade. A vista de minha casa quase chegava a Portugal; matava assim as saudades de Lisboa.

Todos os dias cruza-me pela Catedral. É inegável o peso que este edifício tem na cidade. Mais, o café que escolhi para me receber por lá, o Literários,  é paredes meias com a Catedral. Lá sentado, a bebericar o café ou a beber uma cerveja, sentia-me o guardião a Catedral… Todos que queriam circundar o edifício, passavam por lá

Os dias corriam; o objectivo que me levou a Santiago não arrancava e eu que cada vez mais  gostava da cidade. Andava muito a pé por lá. Lembro-me hoje dos comes, dos bebes, do que se passava, de algumas manifestações, dos cafés, de algumas pessoas com as quais perdi o contacto…

Lá para Novembro disseram-me que o que me tinha levado a Santiago já não ia acontecer. Disse várias asneiras em português e em castelhano e voltei para casa.

O que eu pensava que tinha sido um azar tremendo, veio a revelar-se uma premonição..chamo de Santiago.

2002 e 2003 vieram a revelar-se anos em que a minha presença em Lisboa se tornaria indispensável. Felizmente andei por cá.  

2004 veio a revelar-se mais uma consequência da, digo agora, boa sorte do final de 2001. Mudei-me outra vez para o estrangeiro. Voltei em Maio de 2005. Voltei  diferente…melhor.

Após 2001 voltei apenas duas vezes a Santiago. Mas quero voltar lá.

Mas Santiago voltou. Desta vez só para mim. Em Julho de 2013.

No meio de arrumações em casa dos meus pais…separando coisas para doar, coisas para guardar, coisas que contam a minha história, a história da casa e deles, a nossa história, diz-me a D. Rosa, a senhora que anda cá por casa faz muito tempo…não com o tempo de me chamar menino…

Meio aflita porque pensava que eu já tinha limpo um Santiago que anda pela sala, preso à parede.

Conta-me ela que está lá um papel deixado pela minha mãe. Eu desconhecia…pego na estatueta, levanto-a e vejo um papel dobrado que se encontra por baixo. Abro-o e vejo o meu nome, já escrito com uma caligrafia muito tremida….eventualmente das últimas coisas que ela escreveu.

Quase 10 anos após o falecimento da minha mãe recebo mais um presente dela…

Amanhã faz 10 anos que ela morreu…tenho saudades.



João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://www.linkedin.com/in/joaopmarques
http://jpmarques.blogspot.com;
joaodavespa@hotmail.com
@joaodavespa